Jaques Wagner comenta conjuntura das eleições municipais e candidaturas de PT e aliados

Conhecido pela habilidade na articulação política, o senador Jaques Wagner comentou nesta sexta-feira (12), durante evento de lançamento do Campeonato Baiano (Baianão) 2024, na sede temporária da governadoria no CAB, a conjuntura política e arrumações do PT e aliados para a eleição municipal deste ano.
De acordo com o ex-governador da Bahia, as decisões são tomadas sem pressão, mas de acordo com a “história” e potencial do candidato em cada cidade.
“Aqui na capital, não é do PT, é aliado [Geraldo Júnior, do MDB]. No caso de Feira, de Conquista e de Camaçari, é do PT por uma questão de naturalidade. Porque nós temos uma história em Conquista, temos um candidato que já disputou bem a última eleição de Feira. E em Camaçari nós temos um ex-prefeito que também tem uma trajetória muito importante em Camaçari”, destacou.
Em Feira de Santana, o pré-candidato novamente é o deputado federal Zé Neto (PT) que já disputou em outras ocasiões. O deputado federal Waldenor Pereira (PT) foi o escolhido, enquanto em Camaçari o secretário de Relações Institucionais do governo estadual, Luiz Caetano, tentará voltar a ser prefeito do município.
Wagner lembra que em Lauro de Freitas ainda há uma indefinição, e que a indicação precisa ser feita pela prefeita Moema Gramacho, também do PT.
Sem entrar em detalhes de outras composições no interior, Wagner salientou que quem conduz o processo é o governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o presidente do PT na Bahia, Éden Valadares.
“Há uma realidade em cada canto, quem está cuidando muito disso é o presidente do nosso partido, e o governador Jerônimo, que, ao fim e ao cabo, é quem lidera esse processo”, resumiu.




